“Mulheres, sejam superficiais!”

É isso mesmo o que você acabou de ler! É isso o que a sociedade moderna tem gritado e ditado fortemente por aí. Grupos “femininos” e feministas, apoiados pela sociedade (de um modo geral) dizem como as coisas são e/ou como deveriam ser, e caso você não se encaixe nesses referenciais “tão nobres”, será alguém antiquado (para pegar leve). Esses “grandes” grupos que “ditam moda” são completamente contraditórios e não é por acaso.

Um desses grupos é a universidade. Um dos locais em que se prega essa série de contradições a favor de uma “ciência”. Lá, em nome da “ciência”, formam conceitos de gênero, igualdade, fraternidade, amor, família, casamento… buscando derrubar tudo e qualquer coisa relacionado à história; tudo o que a experiência humana contruiu unida fortemente ao cristianismo. Para eles, a história, quando não se encaixa em seus conceitos e inverdades, é pura bobagem! Importa mesmo é derrubar a história: retrógrada, moral, religiosa, conservadora, para implantarmos essa, arraigada no “nada”, em experiência alguma, em história alguma e tão deturpada, ensimesmada.

Outro grande grupo, é a mídia. A televisão, o cinema, os livros em destaque, as revistas, a grande mídia, que tem sutilmente moldado a nossa identidade. Ora devemos ser solidários, ora comprar o caro do ano, o celular do ano. Te apresentam cenas pesadas, de brigas em família, escândalos, cenas de sexo (que ninguém pediu para assistir, mas está ali na cara da sua família em pleno momento de descanso após o jantar, por exemplo). Te mostram a propaganda do cereal com aquela família reunida, todos sorridentes e segundos depois um programa cheio de sensualidade às 16h em pleno sábado. Veja, ninguém está forçando você a assistir essas coisas, a ser desse ou daquele jeito. Eles te ganham na propaganda, te convencem, levantam a sua baixa estima, dizem que “você pode”, “você deve” e te conquistam. É realmente algo sutil e pesado ao mesmo tempo.

Se formos levados diariamente por esses referenciais, andaremos, certamente, alicerçados em nossos sentimentos. Quantas vezes nós tomamos decisões sérias baseados nessas informações e não em Deus? Você pode dizer “não” num primeiro momento, mas te convido a fazer uma auto análise.

Essas contradições tem prejudicado a noção que a mulher tem de si, do que ela realmente é. Ser mulher não é ideologia, não é uma luta de classes. Ser mulher é viver com os atributos que Deus lhe designou (e tudo o que Ele criou é bom). Devemos nos lembrar que “[…] o pecado é um processo de inversão”[1] da Verdade.

Não podemos impedir que o passarinho voe sobre a nossa cabeça, mas podemos impedir que ele faça morada”.

Nós precisamos fazer algo! E diante dessas ideias, desses novos e abomináveis referenciais, percebi que precisava encher minha mente de Deus e buscar fortemente o que Ele separou para a mulher cristã, por uma vida que busca por santidade. Não é fácil! Mas Ele é o caminho!

Tente pensar em como você tem levado a vida, nos seus planejamentos pessoais e familiares; o tempo que você gasta com sua família e pessoas da igreja; a escolha das suas roupas e sapatos (roupas modestas, não tão modestas, nada modestas, por exemplo); com quem tem se relacionado e com frequência; quais tem sido suas escolhas e por qual motivo. Estes questionamentos são apenas exemplos para nos ajudar a enxergar o rumo das nossas vidas. Estão mais parecidos com o comportamento dos não cristãos? Ou você tem buscado a verdade de Deus? Um comportamento, tomadas de decisão, convivências, experiências que O agrade? Ore a Deus. Só Ele é capaz de sondar o nosso coração e nos levar ao arrependimento, e por isso, vamos em frente, “olhando  firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus […]. (Hb. 12:2)

  • Não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. (Romanos 12:2)
  • Quem há que possa discernir as próprias faltas? Absolve-me das que me são ocultas. Também da soberba guarda o teu servo, que ela não me domine; então serei irrepreensível e ficarei livre de grande transgressão. As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença Senhor, rocha minha e redentor meu. (Salmos 19:12-14)

A minha oração é que Deus nos ajude!

Com carinho,

Vanessa.

[1] https://www.youtube.com/watch?v=rcxW0tjFuFA#t=124

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