Gigantes Recomendam e Nós Também!

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Há algumas semanas atrás recebi um link de uma amiga com algumas boas indicações de filmes. Alguns da lista eu já tinha visto e resolvi dizer o quanto valiam a pena, foi então que percebi como é bom quando estamos com uma lista imensa de filmes e vem alguém para nos ajudar a escolher quais deverão ser vistos primeiro! 🙂

Eu amo cinema, devo admitir que ultimamente tenho estado em falta com esse grande hobbie, mas de todo modo, aqui vão as nossas recomendações da recomendação do blog Gigantes Recomendam indicado pela Vanessa.  Elas estão organizadas como no blog, por diretor.

Alfred Hitchcock: O Homem que Sabia Demais (1934, 1956); Janela Indiscreta (1954);

260x365_1382122409Claro, Psicose (1960) é o grande clássico de Hitchcock, mas esses outros dois são grandes filmes dele. Eu gosto de Janela Indiscreta (1954), acho o filme bem feito, a Grace Kelly está linda e etc., mas gosto também de “O Homem que Sabia Demais”, acho o filme emocionante, ainda mais agora sendo mãe. Sem falar que amo o James Stewart! Enfim, Hitchcock, o mestre do suspense, não é mestre por acaso. O filme nos deixa apreensivos o tempo todo, esperando para ver o que acontecerá em seguida, sem ser aterrorizante, do tipo que depois dá pesadelos. Recomendo por ser envolvente e emocionante.

Clint Eastwood: A Troca (2008).

Christopher Nolan: A Origem (2010); Batman Begins (2005); Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008); Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012); Interestelar (2014).

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O Nolan tem um estilo muito característico, na minha opinião. Ele sempre deixa a gente confuso, com mil ideias pela metade, sempre com discussões interrompidas ou pensamentos que precisam (ou precisarão) ser lapidados. Parece que ele joga a ideia e depois a gente que se vire com ela! ahahaha A Origem (2010) é um desses filmes, que deixam a gente pensando, pensando, pensando. Recomendo o filme, além de outras coisas, pela inovação.

Francis Ford Coppola: O Poderoso Chefão I (1972) e II (1974).

Frank Capra – A Felicidade não se Compra (1946), Aconteceu naquela Noite (1934).

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Nem vou falar sobre meu filme favorito A Felicidade Não se Compra (1946), porque já falei em outros posts sobre ele. Falarei sobre esse, que tem cara de chato, de antigo e de perdido no tempo, mas que é uma graça: Aconteceu Naquela Noite (1934). Trata-se de uma comédia romântica da década de 1930. E das mais bem feitas, imagino (conhecendo o Capra). O filme é uma graça, recomendo muito pela leveza e inocência.

Jean-Pierre Jeunet – O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (2001).

Martin Scorcese: A invenção de Hugo Cabret (2011); Ilha do Medo (2010); Cassino (1995); Os Bons Companheiros (1990);

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Scorcese é um daqueles diretores que quando lançam um filme eu corro pra ver. Claro, não gostei do último lançamento, O Lobo de Wall Street (2013), mas nem por isso ele caiu caiu no meu conceito. ahahahaha Para quem gosta de filme de máfia, esse é O diretor, e, na minha opinião, esse é O filme. Eu sei, O Poderoso Chefão (1972) é o filme mais emblemático do tema, mas eu gosto “do ângulo” que o Scorcese trata a máfia: de baixo pra cima. Recomendo pela excelente atuação de Robert De Niro e pela sinceridade da trama.

Michel Hazanavicius: O Artista (2012).

Quentin Tarantino: Django Livre (2013); Bastardos Inglórios (2009).

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O Tarantino é daqueles que fazem a gente ficar com tanta raiva de um personagem, a ponto de ficar extremamente satisfeitos quando ele morre! Em Bastardos Inglórios (2009) parecia que Tarantino não tinha mais como se superar, o filme é excelente. Mas tenho que dizer que com Django ele se superou! O filme é sensacional. Recomendo pela sua força e profundidade na trama, mas assim como com Scorcese, prepare-se para todo o sangue que vem por aí!

Steven Spielberg – A Lista de Schindler (1993).

Charles Chaplin: Tempos Modernos (1936); Luzes da Cidade (1931).

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O Chaplin dispensa apresentações! Filme mais atual impossível. Feito com toda a leveza e humor que só o Charlie Chaplin poderia fazer, mas profundamente correto. Daqueles que se tornam clássicos pela atemporalidade! Super recomendo.

Dino Risi – Perfume de Mulher (1974).

 

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