“Poços de Rabugice”

E essa mania ridícula de “socializar” reclamando? E quando essa mania vem de mães que reclamam dos seus filhos? E quando elas fazem isso diante dos próprios filhos? Sinceramente? Pobres crianças criadas por outras crianças. Depois viram poços insuportáveis de rabugice e fastio e elas juram que não sabem o motivo. (Camila Abadie)

Sinto que um dos pecados que mais me entristece e dos quais mais eu luto contra é o da “rabugice”, como bem colocou a Camila Abadie no seu Facebook. E o que me entristece mais ainda é ver que esse pecado além de ser socialmente aceito ainda é quase que uma exigência para se entrar em uma conversa com outras mães.

Precisamos ter sempre em mente que o Senhor deseja que tenhamos um coração grato: “Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.” I Tessalonicenses 5:18

E essa gratidão lava os nossos olhos de tal forma que ao invés de vermos mais uma pilha de louça suja, vemos a comida que o Senhor proveu para a nossa família; ao invés de vermos a bagunça da casa, vemos uma casa (quentinha) que o Senhor nos deu para morar; ao invés de nos vermos como sendo interrompidas na nossa vida, vemos pessoas a quem podemos amar e receber amor; ao invés de ver roupas sujas para lavar (pendurar, recolher e dobrar), vemos roupas que o Senhor proveu para que tivéssemos o que vestir.

Não é fácil. As crianças ainda vão estar chorando agarradas à sua perna, mas a forma como olhamos para vida, a forma, na verdade, que clamamos ao Senhor para que nos ajude a olhar a vida é que fará com que não nos tornemos “poços de rabugice”, mas que em vez disso, nos faça falar entre nós em salmos, e hinos, e cânticos espirituais; cantando e salmodiando ao Senhor no nosso coração (Efésios 5:19).

O fato é que as palavras, como bem observou Tiago, são responsáveis tanto pela nossa alegria e pela alegria dos que estão a nossa volta, do mesmo mesmo modo que também são responsáveis pelas contendas, fofocas e outras coisas ruins. Além disso, elas estão intimamente ligadas com aquilo que está dentro do nosso coração. (trecho do post “Falai entre vós com salmos, hinos e cânticos espirituais”)

Por isso, para que possamos ter amor no lar (e fora dele) e para que tenhamos filhos alegres ao nosso redor, é fundamental que primeiro nos alegremos no Senhor, enxerguemos a sua imensa graça e clamemos para que Ele nos ajude a fazer todas as coisas sem murmuração, nem contenda (Filipenses 2:14).

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